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O Ideal e o Idealista

 

ideal 
i.de.al 
adj (baixo-lat ideale) 1 Que existe apenas na ideia. 2 Imaginário, fantástico, quimérico. 3 Que reúne todas as perfeições concebíveis e independentes da realidade. sm 1 Aquilo que é objeto de nossa mais alta aspiração. 2 O modelo idealizado ou sonhado pelo artista. 3 Perfeição. 4 Sublimidade.

http://michaelis.uol.com.br/moderno

/portugues/index.php?lingua=portugues-

portugues&palavra=ideal

 

1 Que existe apenas na ideia

 

É dessa forma que tudo começa, no campo das ideias, sai de não sei onde ou de não sei o que, é como aquela saudade que bate e nos faz sentir que algo está faltando, e desse jeito, começa a busca com uma ausência sentida e não aceita, mas tão desejada por aqueles pensadores que estão sempre em ebulição, numa efervescência constante que só se acalma quando se completa o ciclo, na conquista do imaginário.

 

2 Imaginário, fantástico, quimérico.

 

 A conquista do imaginário não é suficiente para a mente inquieta, ela precisa ser fantástica, deslumbrante dentro da concepção do pensador. É uma dualidade entre a quimera e a realidade, entre o abstrato e o concreto, entre o está realizado e o irrealizável, mas, assim mesmo desejado.

 

3 Que reúne todas as perfeições concebíveis e independentes da realidade.

 

Perfeição é a premissa que norteia o pensador, e a mente efervescente não se prende a nenhuma realidade ou se prende a todas. Esse tipo de pensador, o idealista, não se sente satisfeito com obras acabadas, a sua satisfação é com as obras inacabadas, pelo desafio de realizar. É por isso que um ciclo acabado desafia o começo de novo ciclo. -  Para os grandes desafios se faz necessária uma mente em efervescência.

 

sm 1 Aquilo que é objeto de nossa mais alta aspiração.      2 O modelo idealizado ou sonhado pelo artista. 3 Perfeição. 4 Sublimidade.

 

Poucos conseguem se manter nessa condição de efervescência nos objetivos de suas mais altas aspirações em torno do ideal sonhado. Aqueles que não se sentem capazes de sonhar e se reinventar todos dias na busca do seu fazer artístico, provavelmente trazem consigo um vazio, que só será preenchido se desafiados.

 

Perfeição, sublimidade é uma conquista da mente inquieta, pulsante, e em constante ebulição e efervescência através dos séculos, esses sempre fecharão os seus ciclos motivados para o próximo.

 

Esse texto me parece, merecer um fechamento, uma conclusão, o leitor amigo que tem a sua mente em efervescência fica desafiado a fechar esse ciclo com sua contribuição.

Mecenato e Espiritismo

 

Mecenato

 

A burguesia patrocinou os artistas, os literários, cientistas e muitos outros fazendo com que o renascimento ganhasse força, importância.

 

Mecenato é um termo que indica o incentivo e patrocínio de artistas e literatos, e mais amplamente, de atividades artísticas e culturais. O termo deriva do nome de Caio Mecenas (68–8 a.C.), um influente conselheiro do imperador Augusto que formou um círculo de intelectuais e poetas, sustentando sua produção artística.

 

O comportamento de Mecenas tornou-se um modelo e vários governos valeram-se de artistas e intelectuais para melhorar a própria imagem. O termo mecenas, nos países de línguas neolatinas, indica uma pessoa dotada de poder ou dinheiro que fomenta concretamente a produção de certos literatos e artistas. Num sentido mais amplo, fala-se de mecenato para designar o incentivo financeiro de atividades culturais, como exposições de arte, feiras de livros, peças de teatro, produções cinematográficas, restauro de obras de arte e monumentos.

 

Esse tipo de incentivo à arte tornou-se prática comum no período renascentista, que buscava inspiração na antiguidade grega e romana, e vivenciava um momento de pujança económica com o surgimento da burguesia.


O mecenato foi muito utilizado na altura do Renascimento, quando as pessoas apostavam na compra e fabrico de cultura e arte.

 

Cosme de Médici,

um dos mais

importantes

mecenas do

Renascimento

 

Fonte : https://pt.wikipedia.org/wiki/Mecenato

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 Mecenato  no Espiritismo

 

 Aqueles que se movimentam com arte  dentro do espiritismo, como qualquer artista, carece de recursos para  suas produções, mas a nossa carência é maior.

 

Falta para nós espiritas  desenvolvermos o comportamento de Mecenas, sei que individualmente fica difícil, já que quase ninguém tem recursos para tanto e as necessidades  são tamanhas e olha que, o que não falta é talento,  isso nos temos em abundancia .

 

Então qual a solução já que individualmente não é possível. Será que coletivamente poderíamos resolver essa questão?

 Acho que sim! 

Que tal apoiarmos essa iniciativa que a SPIRITUS.ART vem nos trazer, você compra um produto na loja virtual e os recursos são revertidos para novas produções , com isso você ganha, o artista espírita  e as instituições também. Com mais recursos podemos melhorar e muito não só a diversificação  de produtos e espetáculos como a qualidade daquilo que produzimos. 

    Dê uma chance à arte no movimento  espírita!!! 

       Um até breve.    

          SPIRITUS.ART